Archive for abril, 2009

soneto de separação

(Vinícius de Moraes)

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama

De repente não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente

Fez-se do amigo próximo, distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente

OBS.: é antigo, mas SEMPRE é bom!

30/04/2009 at 00:18 2 comentários

tristeza, por favor: vá embora!

hoje acordei inspirado… inspirado a ficar triste, caindo pelos cantos, cabeça pesada, orvalho nos olhos… porém, por acreditar que somos capazes de mudar qualquer realidade a nossa volta… pretendo modificar isso… de alguma forma, já providenciei:

acabo de fazer a aquisição de dois livros:

Os chistes e sua relação com o inconsciente – Sigmund Freud

Leite derramado – Chico Buarque

enquanto eles não chegam, é uma ótima oportunidade para aproveitar o feriado vindouro e colocar a leitura (atrasada, livros empoeirados) em dia… quem sabe, com estas novas aquisições, não consiga trazer mais coisas interessantes a vocês? pelo menos os ‘caras’ são bons…

deixo aqui uma das várias piadas que atribuem como sendo a preferida de Freud… se realmente a foi, não sei… mas como relacionada a ele, é a de meu maior agrado:

“Um Sereníssimo estava dando uma volta por suas províncias e notou na multidão um homem, extraordinariamente semelhante à sua própria pessoa. Acenou, convocando-o, e perguntou-lhe: ‘Sua mãe esteve alguma vez a serviço no Palácio?’ – ‘Não, alteza’ – foi a réplica – ‘mas meu pai esteve’”.

o coração deste (falso) poeta anda precisando de um marca-passo, ou um diapasão… estamos trabalhando para que isso não seja necessário… como disse uma vez a uma amiga: é uma questão de semântica musical…


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29/04/2009 at 16:00 2 comentários

mais chico… e tom…

Eu te amo

(Chico Buarque / Tom jobim)

Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir

Se, ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir

Se nós, nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir

Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu

Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu

Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios inda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair

Não, acho que estás só fazendo de conta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir

27/04/2009 at 00:47 3 comentários

Parce qu’était lui, parce qu’était moi

Esta é uma história que aconteceu com o amigo de uma prima da menina que sentava ao lado do meu melhor amigo no maternal, logo, isento-me de qualquer responsabilidade com os fatos reais. Para preservar os envolvidos, não colocarei os nomes verdadeiros (embora não tenha certeza de tal) e me colocarei na primeira pessoa, para não ter que ficar me referindo ao personagem principal como o ‘ele’, o rapaz, o moço, o menino, e por aí vai…

A história aconteceu no aniversário da minha ex-namorada (lembrando que só estou na primeira pessoa para preservar a identidade do citado anteriormente), a Tita (mais uma vez, lembro que não é o nome real da menina em questão). Estávamos comemorando na casa de bebidas e alimentos de bar de rua, o In Form All, e o presentes eram as pessoas que mais gostavam dela: Stephanie, Khrigor e eu, o Xareca (e que o dono da história não fique chateado comigo em chamá-lo assim).

Estávamos batendo um papo amigável, todos rindo, o nível da conversa elevadíssimo: falávamos sobre os futuros profissionais, a dialética não-verbal dos relacionamentos, a linguagem secreta do universo e outras coisas das quais não vale lembrar, tendo em vista o futuro que nos reservava.

Como era a minha ex (e mais uma vez friso que não possuo nenhum parentesco com este fato), tínhamos intimidade para falar do que fosse, e como os amigos também me eram comuns, a conversa ia da melhor forma possível até ela receber um telefonema. Era o atual. Como assim? Não tínhamos 3 meses de término e ela já estava namorando outra pessoa?

É engraçado esse tipo de sentimento: se uma pessoa que fez parte da sua vida começa um relacionamento com outra mais bonita, mais rica, mais inteligente ou melhor que você, sentimo-nos mal, péssimos, quando no fundo, deveria ser ao contrário, seria um ‘ah, beleza, pelo menos foi por coisa melhor…’. Mas quando é pelo pior, beira o risível, o ridículo, mas não pra gente, pro outro. Uma pessoa te largar e começar a sair com um pulha, um bosta (desculpem-me ‘os bostas’ ao compará-los com ele), menos que um merda; um prego. Lógico que você se sente menos, mas por pouco tempo, é questão de você se levantar, voltar a respirar, perder a vontade de enfiar uma adaga no meio dos olhos e começar a rir. Cair na gargalhada. Morrer, mas de dar risadas tão grandes que a vassoura do vizinho não para cutucar a tua parede. Quando, aí sim, você recupera a noção, após das crises, pensa que o melhor mesmo é tocar a sua vida, afinal, você poderia esperar qualquer coisa daquela pessoa, menos isso. É rebaixar muito o que você sentia por ela e vice-versa. E, de certa forma, sente um certo orgulho, afinal, se me trocou por menos que o pelo que cai de um gato, é porquê não me merece.

A verdade é que realmente estava namorando e que ele estava chegando. E após demorar, e muito (provavelmente estava dando várias retocadas de nariz), chegou.

E não chegou só. Como se diz no popular, que desgraça nunca vem sozinha, apareceu a quadrilha (segundo o art. 288 do Código Penal, é “associarem-se mais de três pessoas…”) toda: o Créu (o nome do rapaz, o que estava dando uns ‘créus’ na minha ex), o ‘Conde’, o Escada-rolantezinha e a sua esposa, Maria-marola – eram uma espécie de Bonnie e Clyde pré-apocalipse.

O Freak Circus Show estava armado! Entreolhávamos, como fugiríamos dali? Porém, pensamos na política do ‘Pão e Circo’ (este último já estava presente – na verdade, só faltou o anão malabarista e a mulher barbada). Quando o Créu chegou, veio em minha direção, esticou uma mão mole para mim, apertei-a. Ele não olhou nos meus olhos. O ‘estranho’ ali não era eu. Não sei se uma pessoa da estirpe dele possui a consciência do que é ser um famoso, na boca do povo, fura-olho, mas receio que ele não estava se sentindo assim. Uma semana após o término em questão, estava consolando a Tita, duas semanas depois, continuara ‘consolando’. Claro que não o fez só. Quando um não quer, dois não se atracam. Não eximo ninguém de culpa nenhuma. Porém, não me senti traído; decepcionado, desolado, desapontado, desencantado, desiludido e frustrado seriam os termos mais justos.

Chico Buarque de Hollanda, em uma entrevista de um disco do primeiro Box dos DVDs sobre sua obra, o que fala sobre as Mulheres (com letra maiúscula, sim – é sobre Mulheres, o ser, e não sobre as mulheres em geral, e, de certa forma, todas deveriam ser com M em caixa alta), diz, não com essas exatas palavras, algo em que a idéia central é: se um amigo seu, faz certo tipo de coisa contigo, você fica puto, revoltado, para até de falar com o cara, mas se é uma mulher… Tudo bem, você releva… Existe algo na essência feminina, que só pelo fato dela ser mulher, faz aquilo e você acaba perdoando, não fez por mal, é da natureza dela…

Dito isso, fica aqui, bem claro, que não possuo mágoas por essa situação, não é à toa que a estou contando, e dando boas risadas ao lembrar-me dela (falo como se fosse o autor da história, se ele sentisse mágoas, com certeza não me contaria rindo e sorrindo). Prostrado fiquei, claro, mas no fundo, foi bom. Deixando detalhes pessoais de lado, voltemos ao ocorrido.

Após falar comigo dirigiu-se ao banheiro, onde estava a Tita e na porta ficou, esperando-a sair, parecia um elefante de chácara (sabe aqueles leões que ficam nas portas de construções antigas para assustar? então…). E lá estava o paquiderme, com os olhos esbugalhados, dentes trincados, suando. A moça saiu do banheiro, ele puxou-a para beijá-la… Voltemos uma hora e meia antes dele ares gracejar:

– Ele tá vindo, mas eu não o chamei, eu chamei foi você e eu quero você aqui! Você vai se sentir mal com a presença dele aqui?

– Não, mas não quero ver nada que eu não queira ver.

– Tudo bem, mas se você for se sentir mal, me avisa.

– Não, o cara é teu namorado (várias risadas) e vem pra te prestigiar (risadas consecutivas, havia sido a melhor piada da noite).

– Então, tá. Mas se você não se sentir bem, me fala.

– Ok. Mas pode ficar tranquila, você já sabe da minha posição.

Ao ser puxada e quase ter o braço deslocado, desviou-se, era a cruz fugindo de quem deveria. E foram conversar lá fora.

O que aconteceu nesse período, não sei. Também não interessa. As outras figuras sentadas. Mal haviam chegado e um início de confusão se iniciou:

– Por quê não posso sentar aqui?

– Desculpe senhor, não permitimos que os clientes sentem na mesa, muito menos nas que não são as suas.

– Ele que saia daí, ué. Eu, hein?! Aí, ‘bora sair daqui! Vâmu lá pá Bocal (um lugar no mesmo bairro que se encontra um outro estabelecimento) tomá aquele chopão de litrão grandão, lá. Um chopãozão assim, ó, grandão, que aqui é muito afrescalhado.

Intervi-o, não queria sair dali, muito menos com aquelas pessoas, elas que se quisessem, que fossem embora. E deixassem a aniversariante, para o bem dela, sob nossa responsabilidade:

– Cara! Vai lá, na boa, tem erro não… Se eu for embora agora, eu vou é pra casa, trabalho cedo amanhã, vai lá.. Tá ‘de boa’ total.

Como podem prever o óbvio, eles não foram, se aquietaram e lá ficaram. De algo não posso reclamar: foi a experiência socio-psico-antropológica mais bizarra da existência do planeta na história do universo. Não foi a única, mas no final, explicito a mais importante.

Tirando guerra de alimentos e alguém colocar o membro sexual pra fora, rolou de tudo. A filosofia era presente no final de cada frase, uma das mais ouvidas, e, por ventura, mais engraçada foi: não, irmão, bom é Deus.

Confesso que fiquei com medo.

Voltaram a bonitinha e o bonitão. Sentaram a mesa. Não conseguia olhar pr’aquilo. Como uma menina tão bonita, inteligente, que durante um ano e onze meses teve d’o bom’ e d’o melhor’ estava fazendo aquilo? E a mais afetada era a própria!

Essa vai pra lista d’As Grandes Dúvidas da Humanidade’.

Não conseguia encará-los. Talvez o principal motivo seja mais simples do que parece: eu era o outro!

Estranhamente eu era ‘o outro’.

Funcionava assim: quando era por obrigação, ficava com o cara, quando era por prazer, por vontade, tesão e desejo, me ligava.

Ele não sabia da minha presença, achava-se bom o suficiente pra acreditar que iria destruir uma química de quase dois anos. Fui usado, claro, mas talvez, só por ter o prazer de aumentar o peso da testa dele, não ficava chateado quando me procuravam para a próxima.

Então eu ficava ali, olhando o fura-olho (afinal, havia sido apresentado, não era íntimo, mas me conhecia, existe uma ética entre homens, ah… desculpem, me esqueço que não estou falando de um), e não conseguia sentir consciência pesada por ter colocado chifre em cabeça de elefante.

Uma das últimas pérolas da noite, que eu me lembre, foi o Escada-rolantezinha batendo no bucho e falando ‘isso aqui quando sair, eu não quero nem tá por perto!’ e a conta chegou. Achei que quem ia pagar a minha era o atual da ex. Mandei várias ‘tweetadas’ via internet móvel local. Mas soube depois que não, fora a Stephanie que pagou.

Ao pensarmos em ir embora, surgiu a opção de ir ao Botaco Teco tomar a saideira, mas o circo acompanharia-nos. Deixamos de lado. A surpresa foi quando a Tita disse:

– Não! Eu vou com os repassadores de objetos do mercado negro!

Nem Khrigor, nem Stephanie, nem Xareca entederam isso. A revolta se estableceu sobre a mesa:

– Olha, se você quer ir com este distinto cavalheiro, não há problemas, mas também não estaremos aqui quando precisar – Todos revoltados, fomos para vê-la, chegamos no horário, aturamos as companhias agradabilíssimas(!) e fomos despejados, como trastes, absorventes usados? Não, não gostamos nem um pouco disso. Isso ofendeu-nos. Magoou de verdade. É bem provável dos outros dois irem contra a corrente, e eu ficar sendo a corda e caçamba sozinho, mas é verdade. Eles vão negar, mas é verdade.

E, diferente não poderia ter sido, o ‘distinto cavalheiro’ em questão, não entendeu quando, respeitosamente, o chamamos assim. Pra quê? Como um reles irracional de qualquer espécie, achou um motivo para exercitar a sua masculinidade aFLORada:

– Aqui ó, quem esse cara pensa que é pra falar de eu assim? ‘Craro’ que ele tá me zuando, ele tá pensando o que? Meu vô é foda! E nunca vou ser preso porquê meu vô me tira de tudo que é furada que eu me meto! Eu vou enfiar uma porrada na cara dele e quero ver se o vô dele é tão foda quanto o meu pra eu ter doze passagens pela polícia, ser fichado todas as vezes e sempre parecer que sou réu primário? Meu nome é Créu! O nariz e o cu são meus! Eu dou e cheiro o que eu quiser e pra quem eu quiser!

E, após sofrer ameaças verbais que logo partiriam pra física, foram embora, levando Tita com eles.

Fomos tomar a saideira. No meio da conversa entre os que restaram (afinal, foi o que fomos naquele dia, RESTOS), de um todo aconteceu: o marido da Stephanie estava de despentelhando porquê ela não chegava em casa, a Tita, que mais tarde apenas fui saber e, claro, perdoei-a, estava terminando com o paquiderme, Krighor falava-me coisas das quais não sabiam e não cabem comentar aqui (em respeito aos verdadeiros personagens da história), e, ao longo da noite, as coisas foram se estabelecendo e tudo foi ficando tranquilo, na mais perfeita paz. Menos pra Stephaniee, que dormiu com a Pretinha, sua cachorra, mas isso também é outra história.

Após ouvir esta história perguntei ao Xareca se ele não sentia ciúme de tudo isso, ou sei lá, remorso, raiva, enfim, muito passivo e pacífico em relação à isso tudo e ele me respondeu o seguinte:

– Ciúmes sim, claro, mas a situação esdrúxula ensinou-me a vencê-lo. Provavelmente se tivesse deixado me dominar (como volta e meia acontece), as coisas não teriam tomado o rumo necessário. E raiva ou qualquer outro sentimento também não teria como tomar conta. É como a música do Chico, uma frase que também não é dele, mas é a verdade: só suportei porquê era ela, porquê era eu.


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24/04/2009 at 15:27 3 comentários

e mais uma vez, as perdas…

os domingos, que ultimamente são solitários, têm me mostrado filmes sobre perdas, como foi na semana passada… neste último, não diferente, foi um que não merece que eu divulgue o nome, por ter achado estranho, e, não apreciado de um todo, não farei divulgação gratuita… mas a verdade não será negada: ele me fez pensar (mais uma vez) sobre as perdas constantes das quais passamos em nossas vidas…

talvez sobre as piores perdas: as que deixamos de ganhar… as que, por tomarmos certas decisões, não sabemos se seria melhor caso tivéssemos ido pelo outro caminho, seja ele o mais curto ou o mais longo… quase nunca saberemos, salvo casos em que o óbvio ou motivos posteriores nos mostram como seria…

mas a questão aqui não é sobre o exemplo anterior, e sim de quando não fazemos idéia do que estaria por vir… ‘fiz bem em pedir demissão?’, ‘deveria ter dado uma segunda chance?’, ‘será que se eu tivesse aceitado aquele emprego seria diferente?’, ‘e se eu tivesse escolhido outra cadeira?’…

algumas dessas respostas deveriam vir com um ponto de ironia no final…

em um texto pouco inspirado, alertei os leitores a tomar cuidado com o que desejam, pois, se pararmos para analizar, quase sempre, se torna realidade… pode não ter a mesma velocidade que queremos (porém, às vezes, é mais rápido que o esperado), mas vêm… só o fato de nos movimentarmos, já estamos fazendo com que a coisa aconteça… então, mais uma vez, tenham cuidado!

e, como esta é uma verdade não-universal, não atenhamo-nos a ela, e sim, ao que seria mais lúdico…

quando falo do que deixamos de ganhar e para atentarmos ao imaginário, não digo das coisinhas pequenas ou das pessoas que passaram pela nossa vida e que não fizeram, fazem ou farão a menor diferença (é bom deixar claro), falo do que realmente importaria… daquele pedido de desculpa que não fizemos, daquelas explicações que deixamos para depois, daquele encontro que ficamos de fazer, ou lugar que iríamos e nunca fomos… mais uma vez somos vítimas dos caprichos mundano, de orgulho desnecessário e da falta de coragem… vamos fingir que é fácil…

deixamos de ganhar, acredito assim, por um simples (ou não) motivo: medo! ora do julgamento alheio, ora de ser feliz… qual seria o medo de ser feliz? não sei… mas, temos esse medo… um medo de (não) dar certo, um medo de não estar preparado, conclusão disso: (e, de novo) deixamos de ganhar…

minha sugestão é: vamos ficar nus! vamos nos despir das formalidades bobas, vamos dizer que amamos, vamos dizer que queremos, vamos nos livrar das amarras do preconceito, vamos botar a cara a tapa, vamos fazer, e, como diria, sabiamente, um dos meus grandes inspiradores, Chico Buarque: ‘façamos, vamos amar!’ (não é promiscuidade, hein?!)

vamos parar de deixar de ganhar… isso fica pra trás… vamos levar a culpa daquilo que efetivamente fizemos, e sofrer com ESSAS consequências… o que não fizemos, ou faremos ou ficou pra trás… pensem nisso… bom, conforme falei na semana passada, a minha parte eu já estou fazendo…

OBS.: Eu me senti uma espécie de Martha Medeiros ao escrever este texto, mas eu precisava fazê-lo, e gosto do trabalho da moça.


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20/04/2009 at 14:59 7 comentários

ponto de ironia(!)

Caros 5 leitores,

Outro dia estava lendo um livro (O Humor abre corações e bolsos, 2003, Editora Campos LTDA.) e o prefácio é do Ziraldo. Em determinado momento ele fala que deveria existir um ponto de ironia, assim como existe, um ponto de interrogação e um ponto de exclamação. Diz também que conversando com um filósofo, foi alertado da existência desse recurso: é um ponto de exclamação entre parênteses (!) – Isso não foi uma ironia, e sim, um exemplo.

Dito isso, já posso utilizá-lo ao longo dos meus textos.

Agradecido.

20/04/2009 at 10:47 1 comentário

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