um sonho qualquer…

29/11/2010 at 08:29 10 comentários

Só um parênteses aos leitores: esse conto apareceu em forma de sonho. Os nomes foram trocados para proteger os envolvidos, mas a situação foi (não exatamente, porque, geralmente, não nos lembramos ipsis imago dos sonhos) assim. Uma vez tive um sonho horroroso, que envolvia a Rua do Livramento. Nunca havia estado lá. Um dia, quando fui imprimir um tablóide na sede do Jornal do Commércio, adivinhem? O local do meu sonho. E, ah! Esta crônica a seguir não aconteceu ontem à noite.


A que ponto pode chegar a dúvida, o carater e a hombridade de um ser humano, mesmo sem olhos, de paixão, para preservar a confiança e a identidade de pessoas pelas quais, talvez, não movam um centímetro de mudança em sua existência?

Este caso aconteceu comigo, ontem à noite, quando estava a passear, por volta de duas horas da manhã, levemente alcoolizado (de verdade – 4 latinhas, apenas), por uma antiga rua de ladeiras. Não consigo me recordar onde era, mas com certeza, familiar a minha memória. Pode ser uma rua de um país qualquer, em qualquer lugar. Esta forma humana fatalmente se lembrará no dia que passar, mais uma vez, por essa ruela.

Sentados estavam ela {que maravilha de mulher! Pouparei a maioria dos comentários, tal qual sua roupa, sua posição, seu sorriso (Uma inspiração! As parcas vezes que pensei em acabar com o fio de minha vida, lembrei-me que me privarei dele: o desejo cessa), entretanto, um é mais que uma necessidade fazer: seus cabelos estavam presos [como a vez que a conhecera]} e o mequetrefe, em uma mesa de bar, bebendo a minha cerveja preferida [justo quem, que não bebe(ia)], fazendo pose de machão, firmando a voz. Reconheci aquela imagem. A moça estar acompanhada, ruim, claro, não queria ver, mas, coisas da vida: ou tenha atitudes mais firmes, ou empenhe-se mais, ou melhore como humano e seja mais interessante, mais forte, mais bonito, sei lá. Então, o incômodo (maior) não foi vê-la com alguém, e sim, com o ‘quem’.

O momento em que as idéias casaram com a memória e tudo o que, a priori, era sentido total (vide exemplos do parágrafo anteior), ficou fosco. Como aquele ser poderia estar com ela? Com ‘ela’? Logo ‘ela’? A ‘ela’? Com tanta gente no mundo, quem foi o maestro que fez da mais bela e promissora sinfonia, a piada mais sem graça que, até então, eu presensiara?

Este é o momento em que os leitores ficam se perguntando se era algum desafeto do passado, se era um dos mais feios (e/ou burros) já visto na vida, um ex-chefe (ou o atual), mas não. Simplesmente, não. Era o ex-namorado de um amigo meu. Além de está ‘pegando’ a mulher dos meus (atuais) sonhos (na verdade, desse), ainda é viado.

Quando namorava meu amigo, ia me apresentar uma aí, e uma outra e outra acolá. Nada aconteceu. E, como mundo é redondo e dá voltas, estava urubuzando quem não deveria.

Irônico, não?

Aquela mulher toda, encantada, com aquele borrabotas (Merda de Reforma Ortográfica – Professores: deleiteiem-se).

Prestei-me a um papel que nunca foi o meu, mas precisava ver aquilo de perto. Quando me virei para o lado a falar com o camarada que estava comigo (à procura de um lugar interessante para sentar e tomar as outras cervejas que merecíamos), sabe-se lá como, já tinha evaporado – potes e mais potes para ele, preocupações maiores acabaram de aparecer.

Fingindo estar distraído, entrei no bar parecendo que ia comprar cigarro e fui recebido com ‘aquele (descrito no início)’ sorriso:

– E aí? Tudo bom? Você por aqui?

Me fazendo de surpreso:

– Ih! Você! Tudo bem, cara, graças a Deus… E você? Na paz?

Recebi um abraço, como de praxe, e fui ‘apresentado’ ao meu algoz, que outrora se fazia de meu ‘melhor amigo’. Era a minha hora de desmacará-lo.

– Esse é o Tom Charles – Safado! – Tom, esse é meu amigo.

Estendeu a mão a me cumprimentar, olhou-me nos olhos e ‘Plim!’. Viu que me reconhecia. O moreno ficou pálido, esquálido. Impronunciou um ‘prazer’ com medo nas pupilas. O canalha achou que iria entregá-lo.

Tenho mãos pequenas, não são de pianista. Não sei o nome de quem me deu as forças, mas estas pequenas, que estão a digitar, acabaram com a mão do sujeito.  Nunca vira aperto como aquele. Foi o mesmo que apertar manteiga mole. Como o garotão não estava afim de parecer uma mocinha perante a moça, não perdeu a compostura. Continuou fingindo ser o mais macho dos machos, e voltou a sentar.

– Puxa! Que coisa, não? Encontrar vocês por aqui! E só vim comprar cigarro.

O medo rondava aquele ser:

– Então vai lá… É logo ali, no balcão… A gente te espera…

– Eu sei onde é – Não poderia ser grosso com ele, né? Não dava para desmascará-lo de supetão. Tinha que amaciar a menina, igual meu amigo, ex-namorado do calhorda, fizera comigo, anos atrás, ao me dizer que era casado e pai de um rapaz (metido a ‘pegador’), pouco mais novo que a gente – mas se quiser comprar pra mim, está aqui o dinheiro… Já que vocês estão bebendo aí, e posso ver pelas garrafas, já há um tempo, coloco o papo em dia aqui, com minha amiga. Quebra essa pra mim?

Olhou pra ela, que, mostrou-se extremamente receptiva… Mais até do que deveria:

– Deixa que eu vou! Se lembra que eu tava te devendo o ônibus daquele dia? Pago pra você. Marlboro vermelho, né?

Fazer o que, gente?

– É, é sim…

Dirigiu-se ao balcão com seu balançar ímpar… A singularidade do movimento de seus quadris estava me tirando a concentração e a voz do biltre atrapalha os meus desejos mais íntimos:

– Então, tudo bem? Quanto tempo… Como está o…

– Peraí, peraí, peraí… Não vim aqui pra falar de ninguém! O que é que… (sinto um vulto pequeno e cheiroso ao meu lado) … você estão bebendo? Antarctica? Putz! Tava tomando uma ali, ainda pouco, mas tava tão quente!

– Ué, bebe uma aí com a gente.

– Ôh, fofinha (ah, porra! foi a primeira coisa que me veio a mente!), não quero atrapalhá-los…

– É, ele não quer atrapalhar…

– Ah, não! Ué, e num vai atrapalhar, não…

– Já que insiste! – 1×0 pra mim.

– Antes eu vou pegar uma aqui. – E foi eu me virar, pro descarado olhar pra trás, balbuciar qualquer palavra no ouvido da moça e elá estavam os dois, rindo, mãozinha na boca/cabeça pra trás. Que raiva! 1×1.

Meu celular toca. É o cornutto do meu amigo:

– Onde tu ‘tá, cara?

– Pô, desci, vim comprar cigarro, onde você ‘tá?

– Caceta! No bar onde você me deixou…

– Ih, é! Aquela gostosa ‘tava aí, né? E aí, voando muito, acima? (Não faço idéia do que ele quis dizer) Hahaha…

– Rapaz… Para com isso que ela pode ouvir.

– Ah, foi mal… Esqueci que ela tem ouvido biônico e pode ouvir o que o orifício auricular do seu celular está reproduzindo, pensando bem, é melhor eu parar de pensar, né? Vai que agora ela lê pensamento, também?

-…

– Ó, fique sabendo quem em 10 minutos tem final do Mundial hoje, ‘tá afim? É no clube aí perto…

– Pode ser… Te ligo pra confirmar…

– Cara, minha bateria vai acabar agora, vamos marcar ali em fren…

– Frente da onde?

-…

– Alô?

– …

– Alôôôôôôôôôô?! – Já era…

‘Oi gente, vamos ver a final?!’, não… Fraco… Eu não iria… Vamos rever… ‘E aí? Puuuuuuxa! Fique sabendo d’a booooa’ d’agora! Vocês não vão acreditar!’, empolgado demais… Caraculetas! Como se chama alguém pra ir a uma final de Vôlei escolar, às 2:45 da madrugada, no clube ao lado do bar? Olho para trás e o patife está levantado, abre a carteira e deixa 50 reais em cima da mesa, ajuda a moça a se levantar (‘Cretino!’) e rumo ao meu contrafluxo estava a levá-la, quando ela virou-se e me chamou:

– Ué, você não vem?

– Não sei… Vou? Pra onde?

– Estamos indo na final de vôlei dos alunos dele, no colégio aqui ao lado. Não é por isso que você está por aqui?

– Claro! É que a cerveja quente me deixou meio esquecido, vamos, vamos sim, claro…

E o pusilânime:

– Cerveja quente não é muito legal, uma vez eu bebi um vinho e fui pra praia, nossa! Passei tão mal! E a quadra lá do colégio é tão quente. É melhor você ir pra casa, não?

Olho pra doce menina (ãhn?!) e fez cara de ‘Puxa! Não vai não, fica com a gente!’. Mas, nossa! O que passou pela minha cabeça em ir embora? Óbvio que não. ‘Tô achando que essa cerveja quente, realmente, mexeu comigo.

– Pois é, né? Sabe? Vou arriscar. – 2×1

O frouxo fez cara-de-bunda e, a caminho da porta aos fundos do bar, fomos.

Ela dava para o meio da quadra! Uma gritaria, confusão, 3 mil crianças, gritando, pulando, soprando cornetas, lançando serpentinas, confetes, ‘passou, passou, passou um avião, e nele estava escrito…’, o apito do juíz, as crianças grandes jogando na quadra, um calor dos infernos, 5 ventiladores de parede (sendo que 3 parados), um placar eletrônico (Olha!), música ambiente no intervalo, correria, ‘tias’ vendendo cachorro quente nas arquibancadas, wow! Minha cabeça dói com esses tumultos – salvo blocos de carnaval – muita gente junta! Tenho alergia.

Ao ver minha cara de desespero, o insolente teve a audácia de dizer:

– ‘Tá um tumulto isso aqui, né? Vocês que não são da área do magistério não estão acostumados – E tirou um lenço nojento de suor do bolso e passou na testa, onde ficou mais intragável ainda, e devolveu o acessório – A gente sabe que é assim, já nem liga mais…

Ia ser o 2×2, mas, em cima do laço, consegui um 3×1:

– Cara, sou o mais velho de 15 primos, tenho 2 irmãs beeeeeem mais novas, acha mesmo que não estou acostumado a barulho de criança?

Pééééém-pééééém-pééééém!

Ela sorriu… Óh, céus! Já falei do sorriso dela?

– Gente, vou procurar o meu amigo, tá? Ele deve tá ali na cantina, e aproveito e pego uma cerveja pra gente, alguém quer?

– Eu quero!

E o sacrista (xingamento muito utilizado pelo meu avô):

– Eu também, mas você vai ter mão pra trazer todas?

– Meu amigo: com excelência! ‘Tá vendo essa bermuda aqui cheia de bolsos? – E comecei a tirar as coisas – Tem caneta, caderno, celular, chiclete, alguém quer? lapiseira, cigarro, isqueiro – Olho para ela e digo – “‘E’ de isqueiro ou ‘I’ de escola?” – Ela não se tocou no que era, ele esboçou um sorriso, mas, vendo que a moça não sabia do se tratava, para me deixar sem graça, engoliu-o, e, fingindo que não havia falado asneira, continuei nos bolsos – chave, máquina fotográfica, carregador de celular, pen drive, canudo, e você acha, mesmo, que não vou conseguir trazer 3 latinhas? Ó, ainda trago-as com um cigarro na boca – E ascendi o maldito – Pronto! Cerveja pra todo mundo.

Pééééém-pééééém-pééééém!

Lá estava eu passando pela quadra, menininhas de 15, 16 anos, cheirando carne nova no pedaço, ouriçadas pela minha presença – na verdade poderia ser a chegada de qualquer um, né? Nem bonito sou – baldes pra elas e fui para o bar, mas, olho no bar/olho na arquibancada, o desavergonhado teve a falta de compostura de tirar a camisa (a social que usava por fora) e forrar o assento para a moça – não sentaria, nunca, naquela camisa ensopada de suor, mas ela não percebeu.

Berrei um palavrão (‘Puuuultaquiiilmilpariufilhadapuuuult’ománomeiodocuviad’imeeeerda!’)! Que, misturado aos gritos das pentelhos – já estava puto, mesmo, posso descontar nos fedelhos – foi a comemoração da vitória do segundo set pro time da casa.

– Me dá três cervejas!

– Não pode fumar aqui dentro.

Pééééém-pééééém-pééééém!

– Tá – Piso no cigarro – Me dá três cervejas!

– Quinze reais.

– Pô, quize pratas?

– É, cinco reais cada cerveja: quinze reais!

– Caceta! Cinco pratas cada cerveja? – Temendo que ela perguntasse se eu tinha algum problema resolvi ser mais prático – Tá aqui, toma – E lá tinha eu que voltar de ônibus: o dinheiro do táxi viraria álcool.

– Dá 3 Itaipaaavas aíííí!

Pééééém-pééééém-pééééém!

– ITAIPAVA? A cinco reais a lata? É latão, né?

– Latão é oito reais! Tá faltando nove.

– Não, tá tranquilo, três latinhas está ótimo – Ah, mas o poltrão vai pagar essa! Ah, se vai…

Olho pra arquibancada e o frouxo, só chamando assim, pois se aproveitou da minha ausência para fazer presença, estava a passar as mãos pelas pontas do cabelo da guria. Sinto um tapa no pescoço. Finalmente meu amigo me encontrou:

– Ih, desculpa, achei que fosse um amigo meu!

Pééééém-pééééém-pééééém!

Puxa vida! Não acredito que esse cara vai ‘pegar’ essa mulher! E ainda levei uma espalmada na nuca. Mas assim, eles são professores, ela está infeliz no trabalho dela, ele está nessa escola nova, será que estou vendo além do que realmente é?

Definitivamente o que eu estava vendo era muito claro: minha cara no telão do placar eletrônico, e o Mestre de Cerimônias do jogo, no meio da quadra, que agora era de basquete (?), me chamando ao seu lado:

– Éééééé! Você mesmo! Venha cá.

Fui, né?

– Você foi o selecionado a tentar acertar a cesta! Marcando, vai ganhar a féria do bar, se não marcar, a féria vai pro Casa de Apoio São Judas Tadeu (meu santo de devoção! Embora não tenha religião). Vai se posicionar no garrafão oposto, vamos vendar seus olhos e terás uma chance, topas?

– Ué, e por quê, não?

Pééééém-pééééém-pééééém! Pééééém-pééééém-pééééém!

E todos vibraram!

A menina, e que neste caso não é mentira, do meu sonho (pois a própria está nele), também se levantou e o sacripantas, que não pretendia largá-la, sentiu-se obrigado a fazer o mesmo! Ah, nem sei mais quantos pontos pra mim.

Olhei pra ela, ascenei, ela respondeu, deram play em Let Me Clear My Throat, comecei a dançar. Minha surpresa: a arquibancada inteira começou a me imitar! Show! Cadê o malandrão agora? Não queria fazer feio, né? Estava lá, me seguindo também! Menos mal, ‘e lá vamos nóóóós!’, me vendaram, continuei dançando, não sei se continuaram a fazer igual, mas ouvia meu nome as berros!

– Você está preparado?

Nem pude responder, todos gritaram SIIIIIIIIIIIIM!!!! com veemência, quem sou eu pra negar a voz do povo? Então, se era para o bem geral do ginásio, peguei a bola e levantei o braço direito, punho fechado! Me virei para o lado do objeto (feio chamar alguém assim, né?!) de desejo, dei um beijinho com o dedo e apontei pra ela, bati a bola no chão por três vezes, dei uma respiradinha a la Hortência, me concentrei, mirei e…

Pééééém-pééééém-pééééém! Pééééém-pééééém-pééééém!

Me levantei e fui desligar o despertador, que marcava 6:20, estava na hora de ir ao trabalho, perigando perder o ônibus.

.

.

.

este texto quase não saiu… tem mais de um ano… seria uma pena, pois é de uma estima enorme, creio que foi quando o eu-lírico falou alto, tão alto, que parece ser uma opinião pessoal… e o desenho, perdi o original, mas achei uma foto: pintei-a!

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mistura a três… O Tempo

10 Comentários Add your own

  • 1. Náshara  |  29/11/2010 às 11:41

    Aê, finalmente o texto!
    🙂

  • 2. Ramon Ramos  |  29/11/2010 às 17:44

    Esse desenho ficou bom DEMAIS!

    Mandou bem, meu camarada!

  • 3. Nara  |  29/11/2010 às 17:58

    Jaaaaaaaaay!
    Que coisa linda! Ja comentei com vc o quanto eu gostei disso aqui! Deve ter um valor muito especial pra ti!

    E o desenho – ahh! – ficou uma graça!

    Beijo meu amigo!

  • 4. Renata  |  29/11/2010 às 18:08

    Texto, som e imagem! DUCARALHO!!!!!!!!!!!!!!
    Muuuuuito bom! Mesmo!

  • 5. Guilherme Borin  |  29/11/2010 às 18:52

    que doideira esse sonho, fez bem em ter postado !

    e que bom que o blog voltou à ativa !!!

  • 6. Ingridh  |  29/11/2010 às 19:29

    ain, ain, aiiiiin ADORO!

    Que bom que veio pro CDP!

    *________________________________*

  • 7. Gustavo  |  29/11/2010 às 20:48

    HAUHAUAHUHAU, bom pra caramba, muito legal!

  • 8. Paula  |  30/11/2010 às 00:44

    Bom demais, como eu já esperava 🙂

  • 9. coracaodepoeta  |  30/11/2010 às 07:01

    Vamas lá!

    Náshara:
    ele não podia morrer na praia, né? ;* falando em praia… qdo a gente vai?

    Ramon:
    Obrigado, querido! E na época que te pedi pra fazer a revisão dele, tb! Uma força e tanto. o//

    Nara:
    Nariiiiiiiiiiiiiiiinha minina!!!!! Brigadão, viu? ;*

    Rê:
    Que maravilha, minha amiga! Que maravilha! Felizão que gostou! ;*

    Gui:
    Valeu, queridão, valeuzão, mesmo! Tamos voltando… o//

    Didh:
    Cumpriu seu destino… hehehe! ;*

    Gustavo:
    Obrigado, querido, por ter gostado! o//

    Paulinha:
    obrigado! você é mesmo um docinho de doce, né?! ;*

  • 10. Nina Vieira  |  06/12/2010 às 18:41

    Poeta, me manda um e-mail.
    Me diz como você está.

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