la nascita di Cheetah…

pra quem não sabe o que é uma collab, é um trabalho colaborativo onde 2 ou mais pessoas desprendem energia para o mesmo fim…

a nossa foi esta imagem que você estão vendo e já está em votação no Camiseteria

feita com o camarada Kenny, lá no site, mais conhecido como mkenny

conto com a ajudinha de vocês, só pra variar um pouquinho, tá? brigadão, meus camaradas…

22/11/2010 at 18:21 5 comentários

ceci n’est pas ‘les amants’…

safadamente, já que o blogue andam extremamente abandonado, conto com a sua ‘gentebonice’ e peço voto: http://www.camiseteria.com/design.aspx?did=41602

para ilustrar a imagem, uma música:

Futuros Amantes
Chico Buarque

Não se afobe, não
Que nada é pra já
O amor não tem pressa
Ele pode esperar em silêncio
Num fundo de armário
Na posta-restante
Milênios, milênios
No ar

E quem sabe, então
O Rio será
Alguma cidade submersa
Os escafandristas virão
Explorar sua casa
Seu quarto, suas coisas
Sua alma, desvãos

Sábios em vão
Tentarão decifrar
O eco de antigas palavras
Fragmentos de cartas, poemas
Mentiras, retratos
Vestígios de estranha civilização

Não se afobe, não
Que nada é pra já
Amores serão sempre amáveis
Futuros amantes, quiçá
Se amarão sem saber
Com o amor que eu um dia
Deixei pra você

17/11/2010 at 07:23 3 comentários

1 tema, 2 poemas, 3 de novembro…

Traduzir-se
Ferreira Gullar

Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.

Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.

Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.

Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.

Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.

Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.

Traduzir uma parte
na outra parte
– que é uma questão
de vida ou morte –
será arte?

.

Destruição
Carlos Drummond de Andrade

Os amantes se amam cruelmente
e com se amarem tanto não se vêem.
Um se beija no outro, refletido.
Dois amantes que são? Dois inimigos.

Amantes são meninos estragados
pelo mimo de amar: e não percebem
quanto se pulverizam no enlaçar-se,
e como o que era mundo volve a nada.

Nada. Ninguém. Amor, puro fantasma
que os passeia de leve, assim a cobra
se imprime na lembrança de seu trilho.

E eles quedam mordidos para sempre.
deixaram de existir, mas o existido
continua a doer eternamente.

.

estou fazendo um estudo pra um desenho e, ao achar esse poemas, embora não sejam os mais desconhecidos do mundo, não tive como não compartilhar…

03/11/2010 at 07:15 5 comentários

tudo igual…

antes de qualquer coisa: essa (hi/e)stória me foi contada por um ex-colega de trabalho, é apenas um conto, portanto não há algum compromisso com os fatos… e antes (de novo) que reclamem ou falem de alguma coisa: gosto muito do Chico e Paulo Caruso!

conta-se que aquele bar estreito, localizado na capital de nosso país, aconteceu o fato que relato nas próximas linhas:

bêbado, bêbado, bêbado estava o cidadão, no fundo ao bar, que mais parecia um corredor, onde em uma das paredes ficavam mesas para no máximo dois sentados, e na outra o balcão, com vários bancos… muitas pessoas em pé, com uma caneca de chopp na mão, afinal, um lugar pequeno, estreito, apertado, e cheio, merecia um motivo: 300 metros de serpentina que traziam o chopp mais gelado que você possa imaginar, e prêmios e mais prêmios d’o mais bem tirado’…

o indivíduo, ao pedir um chopp, parava o bar com sua voz… até que não era um bêbado chato, mas sua voz ecoava pelos ouvidos alheios, ninguém mais conversava quando ele resolvia responder aos seus colegas… por sorte falava pouco… porém, um ser de natureza grosseria…

eis que entra um famoso cartunista e lá do fundo – anunciando o óbvio, duvidando de meus leitores: desculpem! – grita o, já apresentado, senhor:

– Chico Caruso: o maior cartunista do Brasil! Chico Caruso…

como o notório estava entrando, olhou prum lado, pro outro, tentou reconhecer aquele ser, mas nem ligou… talvez acostumado a esse tipo de abordagem…

vindo pelo ‘corredor’ que aquele bar obrigatoriamente formava, vinha conversando com um e com outro, provavelmente colega de redçaõ ou coisa parecida…

de 3 em 3 minutos, quase que cronometrados, do fundo ecoava:

– quem diria, hein? Chico Caruso! Chico Caruso: o maior cartunista do Brasil! Chico Caruso… – e voltava pra sua rodinha de amigos, que tornavam a tomar ininterrúptos pequenos solavancos de susto ao ouvir o berro do colega… esse que possivelmente não seria mais chamado para os ‘chopps’ da rapaziada…

passados uns 15 minutos, uns 3 chopps a mais (o filho-d’uma-égua bebia bem! e rápido!), umas 5 gritadas de ‘Chico Caruso: o maior cartunista do Brasil!’, o famoso chegara perto de seu, então acabara de virar, algóz… não menos outro berro:

– Chico Caruso, Chico Caruso… quem diria, Chico, você por aqui! grande Chico Caruso: o maior cartunista do Brasil!

um pouco sem graça, o até então chamado supra-chamado ‘Chico Caruso’ se vira para o rapaz e diz:

– eu não sou o Chico: eu sou o Paulo..

e a resposta veio sem piscadelas:

– Chico Caruso, Paulo Caruso… pra mim é tudo a mesma merda!

faltam 3 dias, já votou na minha estampa? http://cami.st/d/41019

25/10/2010 at 10:21 3 comentários

cubo em vermelho, amarelo, e azul…

estampa em votacão no camiseteria:

http://cami.st/d/41019

 

obrigado pela força, gente!

18/10/2010 at 17:30 Deixe um comentário

Retomada do ‘Espaço Democrático…’ [#9]

Olá, fiéis leitores.

Como sabem, há alguns meses esse blogue não é atualizado como devido e, pelo mesmo, tivemos que parar com a coluna “Espaço Democrático“, toda sexta-feira, que trazia textos escritos por terceiros (todos de nossa confiança e “por encomenda”).

Pra nossa imensa alegria (espero que para a de vocês, também), estamos retornando com ela hoje!

Resolvemos mudar um pouco o foco, e, não apenas textos, imagens, desenhos, fotos, ou o que quer que seja. Também não sofrerá mais a intervenção de receber uma ilustração por texto, e contará apenas com uma breve divagação de quem é o ‘democratizado’ da vez.

E dessa, ninguém mais, ninguém menos, que ele, o parceiro da minha primeira collab (com pelo menos mais duas por vir), desenhista, e mais outras qualidade que, se o conhecesse mais, com certeza saberia: Guilherme Borges!

Esse é o primeiro clipe musical que ele comanda a direção, e está aqui, em alguma mão, no ‘Coração de Poeta’, o blogue mais famoso do meu browser.

Música: A saída
banda: Rinse
Ano:2010

Diretor: Goborges
url:
www.myspace.com/rinserock

.

Para conhecer mais sobre seu trabalho: página pessoal, flickr, twitter


Quer participar do ‘ED’? Mande um e-mail pelo formulário da página de contato, e, assim que lido, retornaremos para você nos dizer o que quer ‘mostrar’

22/09/2010 at 13:39 5 comentários

ideia genial…

collab com o parceirão O Ilustrador (twitter / blogue / site):

mais uma participação minha no ‘extra’ do camiseteria, e essa foi com a ilustre presença desse camaradão de extremo talento, e de coração proporcional…

clicando na imagem ou acessando esse link vocês chegam lá: http://www.camiseteria.com/design.aspx?did=40573

muitíssimo obrigado pela força, gente! contamos com vocês!

essa foi a primeira de muita parcerias que irão surgir: seja no campo de camisetas, seja em qualquer campo!

espero que tenham gostado e prometo voltar a escrever! LOGO!

20/09/2010 at 09:59 1 comentário

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